domingo, 26 de fevereiro de 2012

A Possibilidade Do Exilio Da GRINGO.





Ao Senhor Ministro De Industria e Comercio, e Presidente do Tribunal Administrativo.

Excelência Ministro De Industria E Comercio,


Entendo a economia moçambicana nao esta nas melhor condições, embora nao deva discutir as razoes da mesma consigo, professor de economia moçambicana, e meu professor individual de consultaria, pelo que seria ouvir tudo aquilo que a Excia tem para me dizer e abanar a cabeça afirmativamente, visto que contra o seu argurmento político, nao tenho qualquer chance de negar, sob pressão mental de me obrigarem a viver em auto-exílio na India, e fazer o mesmo com a Marca GRINGO, e tornado ela a Primeira Marca Exilada do Mundo, porque a Excia esta demorar com os despachos.

Ja no refere no Branding, na representação de Mocambique ao nível mundial de propriedade intelectual, devo lhe dizer que sua demora na concessão dos meus despachos, ja com parecel favorável do Ministro Antonio Fernandes, seu antecessor, pareceres dados na altura que era titular da pasta que hoje 'e de V.Exas, vai ficar "comprometedor" para o nosso próprio Governo.

De Notar, que nao 'e agradável, em varias fóruns eu estar a "arranjar" desculpas para esse seu comportamento demorado,pelo facto de na "outrahora" algum dia termos sido também irmaos, amigos e ate socios.

'E natural, que os procedimentos do estado, suas leis e regulamentos o impedem de ser mais rápido, acredito nisso,

Mas pode ter a certeza que este andar, bem devagarinho, eu começo a pensar em nao votar em sua Excia, na próxima ocasião.

Aproveito a ocasião, para pedir ao Tribunal Administrativo De Moçambique para ser célere em nossos processos, onde devemos receber indimnizacoes que acreditamos que temos direito, e reconsiderar as multas injustas que nos sao passadas e confirmadas por V.Exas.

Assim, Pedimos as V.Exas, que na resolução dos nossos processos, considere a cronologia de acontecimentos, e nao de forma que nos tenham que impor cobranças coercivas antes de nos pagarem as indemnizacoes que acreditamos devidas.

Sem Mais, de momento,

Respeitosamente

Abdul Karim

Sem comentários: